Algum dia nessa sua vasta existência você já se sentiu angustiado o suficiente porque tinha que decidir algumas coisas da sua vida?
Pois é.
Decidir e escolher... coisas difíceis. A gente se apega a certas situações. Daí vem um momento que tudo tem que mudar. E a única solução é promover o desapego.
Não é tão fácil quanto parece. Mesmo para pessoas duronas.
E incrivelmente, até nisso homens e mulheres são bem diferentes. Geralmente, homens complicam coisas teoricamente bem simples - pra cabeça de uma mulher. E mulheres complicam ainda mais coisas já bem complicadas - pra cabeça de um homem.
Não existe um acordo nunca.
Por essas e outras, o homem empurra com a barriga e a mulher fica paranoica.
Não deveria ser assim.
Maldito seja o sentimentalismo idealizado vindo de Hollywood. As comédias românticas passam como longa metragens intermináveis na mente feminina enquanto os pornôs baratos são idéias bastante fixas no way of life do meninão (sim, porque em grande parte do tempo, homens são meninos crescidos e com barba na cara. Dê-lhes video game e comprove!).
Meninas só querem conversar e entender. "Pra onde a relação vai?", "Porque ele não notou meu corte de cabelo?".
Meninos só querem futebol e mulher gostosa. "Não sei qual é o problema. Vá com qualquer roupa.. tá bom assim.", "Tá... tudo bem amor. Agora sai da frente da TV. Depois a gente fala sobre isso.".
Isso dificulta no processo de decisão. Será?
Até onde essas divergências influenciam tanto? Até que ponto temos que dar importância?
Não sei responder nada disso.
Talvêz você também não saiba.
Mas saber decidir o que fazer pode ser adiável... mas é fatal. Vai ter que acontecer. E aí?
Melodrama ou o óbvio? Razão ou emoção?
Pensar como homem ou como mulher?
Pensar?
Fazer sem olhar pra trás?
Muitas perguntas... nem sempre respostas.
Então, outra vez: alguma vez na sua vasta existência você já se sentiu angustiado por que tinha que decidir...?
fevereiro 25, 2009
dezembro 26, 2008
Vamos falar de homens?
Toda mulher que se preze tem que carregar na bolsa alguma história sobre eles pra contar.
Seja dos amigos que a gente tem, dos ficantes, dos namorados... do sexo da noite passada, do porre e da amnésia que levam o cara te olhar com aquela cara feliz de "ontem foi muito bom" e você não faz nem idéia do porque... histórias não faltam.
Também existem histórias chatas. Daquelas que não existem explicações e que a única coisa que se pode dizer sobre o caso é: ele é homem... e homens são assim.
O que não explica nada... e também não deixa ninguém contente.
Não sei se você que me lê passou por isso... mas com certeza vai entender o clássico episódio que será citado.
Você namora a um tempão com alguém... e claro que sabe que nem tudo são flores. Há sempre uma vontade de jogar a toalha, uma intolerância... mas quando a gente gosta, a gente respira, pensa e mede. Se valer a pena, passa por cima e vamo que vamo. Se não der mais: o fim.
Bons homens que são, eles te tratam como as pessoas mais lindas e importantes que existem. E num belo (nem tanto assim) dia, a derradeira: não podemos mais continuar juntos. Você é linda, inteligente, interessante, simpática... mas não dá mais.
E se você perguntar porque, vai ouvir um "o amor acabou" mas nada foi demonstrado antes, ou um "não sei" seco assim.
Sem motivos e sem porques, a gente se chateia e a última coisa que gostaria de ouvir (e talvêz a mais pronunciada por clemência) é o tal do "mas eu quero ser seu amigo... não queria que fosse assim.".
Amigo? Como assim quer ser amigo?
Se bem sei, amigos confiam um no outro, contam o que se passa quando algo nos chateia e quando isso não acontece, todo o principio básico da amizade foi jogada no lixo junto com a consideração.
(Uau, quanta revolta...)
Se pergunte o que for. Chore o que for... mas acho que a questão que mais dói é a sensação de impotência diante isso. O orgulho ferido. Tá, o sentimento continua, mas a última coisa que se pensa depois disso é correr atrás.
E pelo que se nota, algumas mulheres se sentem pra baixo. A auto estima acaba aos poucos e o medo toma conta da situação... e me valendo um pouco da doutrina feminista, sou obrigada a dar uma dica: se você quer se sentir bonita, não se valha da opinião de alguém que só vai correr atrás de você quando te ver com outro... olhe pro espelho! Mulher bonita não é aquela que se esconde atrás de maquiagens e academias com dietas balanceadas e rigorosas... mulher bonita é aquela que acredita em si e que sofre sim. Mas sem perder a compostura por quem não merece.
Toda mulher que se preze tem que carregar na bolsa alguma história sobre eles pra contar.
Seja dos amigos que a gente tem, dos ficantes, dos namorados... do sexo da noite passada, do porre e da amnésia que levam o cara te olhar com aquela cara feliz de "ontem foi muito bom" e você não faz nem idéia do porque... histórias não faltam.
Também existem histórias chatas. Daquelas que não existem explicações e que a única coisa que se pode dizer sobre o caso é: ele é homem... e homens são assim.
O que não explica nada... e também não deixa ninguém contente.
Não sei se você que me lê passou por isso... mas com certeza vai entender o clássico episódio que será citado.
Você namora a um tempão com alguém... e claro que sabe que nem tudo são flores. Há sempre uma vontade de jogar a toalha, uma intolerância... mas quando a gente gosta, a gente respira, pensa e mede. Se valer a pena, passa por cima e vamo que vamo. Se não der mais: o fim.
Bons homens que são, eles te tratam como as pessoas mais lindas e importantes que existem. E num belo (nem tanto assim) dia, a derradeira: não podemos mais continuar juntos. Você é linda, inteligente, interessante, simpática... mas não dá mais.
E se você perguntar porque, vai ouvir um "o amor acabou" mas nada foi demonstrado antes, ou um "não sei" seco assim.
Sem motivos e sem porques, a gente se chateia e a última coisa que gostaria de ouvir (e talvêz a mais pronunciada por clemência) é o tal do "mas eu quero ser seu amigo... não queria que fosse assim.".
Amigo? Como assim quer ser amigo?
Se bem sei, amigos confiam um no outro, contam o que se passa quando algo nos chateia e quando isso não acontece, todo o principio básico da amizade foi jogada no lixo junto com a consideração.
(Uau, quanta revolta...)
Se pergunte o que for. Chore o que for... mas acho que a questão que mais dói é a sensação de impotência diante isso. O orgulho ferido. Tá, o sentimento continua, mas a última coisa que se pensa depois disso é correr atrás.
E pelo que se nota, algumas mulheres se sentem pra baixo. A auto estima acaba aos poucos e o medo toma conta da situação... e me valendo um pouco da doutrina feminista, sou obrigada a dar uma dica: se você quer se sentir bonita, não se valha da opinião de alguém que só vai correr atrás de você quando te ver com outro... olhe pro espelho! Mulher bonita não é aquela que se esconde atrás de maquiagens e academias com dietas balanceadas e rigorosas... mulher bonita é aquela que acredita em si e que sofre sim. Mas sem perder a compostura por quem não merece.
outubro 19, 2008
Um dia desinteressante. Mais um...
Sair com as amigas não é mais um dos seus programas favoritos e você sabe que não é por elas. Alguma coisa anda faltando...
Daí, lá está você sentada na mesa - outra vez! - tomando sua caipirinha de morango quando descansa seus olhos em uma figura ímpar! Chegou até a se iluminar.
Era difícil parar de olhar pra ele. Todos os traços que o desenhavam faziam os olhares repousar ali.
Coincidentemente - ela pensava até milagrosamente, os olhares dele se convergeram em sua direção. E se cruzaram e se gostaram. Unânime!
A atração entre um e outro foi quase fatal.
Agora já não faltava mais nada. Com o tempo, vai crescendo um carinho mútuo... aparecendo coisas das quais gostamos mais e admiramos e quando menos se espera, não há mais nada no pensamento se não a outra pessoa.
Ah... a paixão! Derepente você se apaixonada.
Não pensa em mais nada, não quer estar ao lado de mais ninguém... tudo estava perfeito!
Até que um dia você se dá conta de que existem outras pessoas no mundo. E algumas delas, fazem parte do ciclo de amizade dele, e algumas outras, do seu. E te incomoda o fato dele não sair com você pra sair com uns amigos e amigas. Ciúmes!
Algumas brigas acontecem, algumas coisas são ditas sem necessidade. Talvez a paixão esteja indo embora aos poucos.
Mas mesmo com tudo isso a vontade de estar com ele ainda persiste. Você se dá conta de que ama. E talvez os ciúmes não acabem por causa disso... talvez piore!
Algumas brigas saem do controle. Términos, reconciliações.
Agora tentam nem se ver com tanta frequência. Há atrações por outras pessoas e em alguns casos até a infidelidade!
Mentiras... a admiração some. O carinho até se perde. O amor não faz sentido.
Um dia desinteressante...
Mas agora, sair com as amigas é sim o seu programa favorito. Até que seus olhos repousem em outra feição perfeita!
Sair com as amigas não é mais um dos seus programas favoritos e você sabe que não é por elas. Alguma coisa anda faltando...
Daí, lá está você sentada na mesa - outra vez! - tomando sua caipirinha de morango quando descansa seus olhos em uma figura ímpar! Chegou até a se iluminar.
Era difícil parar de olhar pra ele. Todos os traços que o desenhavam faziam os olhares repousar ali.
Coincidentemente - ela pensava até milagrosamente, os olhares dele se convergeram em sua direção. E se cruzaram e se gostaram. Unânime!
A atração entre um e outro foi quase fatal.
Agora já não faltava mais nada. Com o tempo, vai crescendo um carinho mútuo... aparecendo coisas das quais gostamos mais e admiramos e quando menos se espera, não há mais nada no pensamento se não a outra pessoa.
Ah... a paixão! Derepente você se apaixonada.
Não pensa em mais nada, não quer estar ao lado de mais ninguém... tudo estava perfeito!
Até que um dia você se dá conta de que existem outras pessoas no mundo. E algumas delas, fazem parte do ciclo de amizade dele, e algumas outras, do seu. E te incomoda o fato dele não sair com você pra sair com uns amigos e amigas. Ciúmes!
Algumas brigas acontecem, algumas coisas são ditas sem necessidade. Talvez a paixão esteja indo embora aos poucos.
Mas mesmo com tudo isso a vontade de estar com ele ainda persiste. Você se dá conta de que ama. E talvez os ciúmes não acabem por causa disso... talvez piore!
Algumas brigas saem do controle. Términos, reconciliações.
Agora tentam nem se ver com tanta frequência. Há atrações por outras pessoas e em alguns casos até a infidelidade!
Mentiras... a admiração some. O carinho até se perde. O amor não faz sentido.
Um dia desinteressante...
Mas agora, sair com as amigas é sim o seu programa favorito. Até que seus olhos repousem em outra feição perfeita!
julho 17, 2008
Há tempos não se encontravam!
Nenhuma delas... E claro, havia muita coisa numa rodinha de amigas que devia ser exposto como um troféu, ou então, uma vergonha para que não seja repetido em hipótese nenhuma.
Pois bem. Todas se sentaram, riram e começaram a falar!
"Lembra do fulano? Aquele com quem eu estava saindo? Pois é... não comparece muito bem! Fraco... não recomendaria."
Diante disso, a curiosidade é completamente aguçada e vários porques são jogados à mesa.
Várias tentativas de explicação: é o tamanho? É a modéstia (ou falta dela)? Ele é meloso demais? Pega no pé?
Todo mundo dá palpites, todo mundo dá risadas e no fim das contas, o cara não era bom e ponto. Logo logo vai surgir alguém com outra história.
"Então, eu estava mesmo paquerando aquele carinha. A gente saiu, dormimos juntos na primeira vez e depois não me ligou... não façam isso!". E ao fundo alguém diz: "Ah, eu também dormi com um cara na primeira noite que ficamos e namoramos por meses..."
Então qual será o problema? Na verdade, existe um problema? Cada um é diferente... tem homem que não liga pra isso... tem homem que liga e ponto final. Daí se discute o assunto por mais algumas horas até que outra questão vem à tona.
"Acho que ele tem outra!"
Senta e conversa; termina com ele; dá o troco na mesma moeda... E por aí vai! Todas têm um pensamento diferente... todas têm uma solução única para cada caso.
O fato é que, independente do assunto em foco, esse é o papo de mulher sobre os homens e/ou relacionamentos. Sempre existe uma resolução, mas no final das contas acaba sendo "faça o que eu falo... porque minha teoria tem que servir pra alguém que não eu!"
Mulheres... pra elas também vale o clichê: quem as entende?
Nenhuma delas... E claro, havia muita coisa numa rodinha de amigas que devia ser exposto como um troféu, ou então, uma vergonha para que não seja repetido em hipótese nenhuma.
Pois bem. Todas se sentaram, riram e começaram a falar!
"Lembra do fulano? Aquele com quem eu estava saindo? Pois é... não comparece muito bem! Fraco... não recomendaria."
Diante disso, a curiosidade é completamente aguçada e vários porques são jogados à mesa.
Várias tentativas de explicação: é o tamanho? É a modéstia (ou falta dela)? Ele é meloso demais? Pega no pé?
Todo mundo dá palpites, todo mundo dá risadas e no fim das contas, o cara não era bom e ponto. Logo logo vai surgir alguém com outra história.
"Então, eu estava mesmo paquerando aquele carinha. A gente saiu, dormimos juntos na primeira vez e depois não me ligou... não façam isso!". E ao fundo alguém diz: "Ah, eu também dormi com um cara na primeira noite que ficamos e namoramos por meses..."
Então qual será o problema? Na verdade, existe um problema? Cada um é diferente... tem homem que não liga pra isso... tem homem que liga e ponto final. Daí se discute o assunto por mais algumas horas até que outra questão vem à tona.
"Acho que ele tem outra!"
Senta e conversa; termina com ele; dá o troco na mesma moeda... E por aí vai! Todas têm um pensamento diferente... todas têm uma solução única para cada caso.
O fato é que, independente do assunto em foco, esse é o papo de mulher sobre os homens e/ou relacionamentos. Sempre existe uma resolução, mas no final das contas acaba sendo "faça o que eu falo... porque minha teoria tem que servir pra alguém que não eu!"
Mulheres... pra elas também vale o clichê: quem as entende?
maio 03, 2008
A dor de cabeça era a única coisa que fazia companhia naquela noite longa e fria!
Inquietações, vontades de comer coisas que só serão vendidas após as 8 horas da manhã, e uma lista mental de filmes a assistir.
Cozinha, quarto, sala, quarto. Banheiro, sala, cozinha, sala, quarto!
Sono? Nem sinal... e a gente sabe disso quando a gente deita na cama (após "medir" toda a casa), rola pra um lado... rola pro outro... liga a TV e só se sente mais e mais interessada pelos programas que só existem em tal horário para te induzir ao sono profundo e tranquilo.
Levanta, faz um percurso sem sentido, senta na cama e decide: "vou tomar um copo de água!" e percebe que água não faz milagre... Opta então por uma decisão enérgica: chá!
"Não há nada no mundo que um cházinho de camomila não resolva...", pelo visto, não resolve tanta coisa assim.
Começa então a surgir um desespero. O clássico batuque na mesa da sala, um chiclete "nervoso" se cansando na boca... um maço de cigarros no fim (pra quem gosta!), mais água, mais chá... percursos repetidos e ainda sim inúteis e a dor de cabeça ali!
Não há "tylenol" nem "neosaldina" nem "novalgina" e nem "dramim" estocado em casa... dor de cabeça e preguiça de fato não funcionam bem!
O relógio não pára. Os programas da TV começam a ficar mais e mais assistíveis e a vontade de comer aquelas tais coisas que só são vendidas após as 8 da manhã continua aumentando...
E não há sinal nenhum do sono... nenhum!
Inquietações, vontades de comer coisas que só serão vendidas após as 8 horas da manhã, e uma lista mental de filmes a assistir.
Cozinha, quarto, sala, quarto. Banheiro, sala, cozinha, sala, quarto!
Sono? Nem sinal... e a gente sabe disso quando a gente deita na cama (após "medir" toda a casa), rola pra um lado... rola pro outro... liga a TV e só se sente mais e mais interessada pelos programas que só existem em tal horário para te induzir ao sono profundo e tranquilo.
Levanta, faz um percurso sem sentido, senta na cama e decide: "vou tomar um copo de água!" e percebe que água não faz milagre... Opta então por uma decisão enérgica: chá!
"Não há nada no mundo que um cházinho de camomila não resolva...", pelo visto, não resolve tanta coisa assim.
Começa então a surgir um desespero. O clássico batuque na mesa da sala, um chiclete "nervoso" se cansando na boca... um maço de cigarros no fim (pra quem gosta!), mais água, mais chá... percursos repetidos e ainda sim inúteis e a dor de cabeça ali!
Não há "tylenol" nem "neosaldina" nem "novalgina" e nem "dramim" estocado em casa... dor de cabeça e preguiça de fato não funcionam bem!
O relógio não pára. Os programas da TV começam a ficar mais e mais assistíveis e a vontade de comer aquelas tais coisas que só são vendidas após as 8 da manhã continua aumentando...
E não há sinal nenhum do sono... nenhum!
março 31, 2008
Paixões.
Problemas e soluções para a cabeça de muita gente. E claro, não seria diferente na percepção feminina. Se bem que há sim certa diferença... há uma certa tencência em se complicar uma relação que aparentemente toma um caminho bem simples.
Homens e mulheres costumam lidar de formas diferentes com o sentimento avassalador que é a paixão. Geralmente, homens tentam ignorar e não se entregar e nós mulheres; fantasiar, criar espectativas a mais (as vezes não condizentes com a realidade) e cair de cabeça na relação.
Com o fim de um relacionamento, o sofrimento chega a ser inevitável. De certo, cria-se um certo medo de encarar uma nova experiência, mas saiba você, pessoa que me lê: as pessoas são diferentes. E as vezes, por um certo sofrimento também, o sexo oposto tende a não repetir os erros do relacionamento passado.
Se privar de viver uma coisa legal com alguém só porque o idiota do seu ex te traiu, não vai te fazer mais feliz. É sim necessário correr riscos. E cá pra nós, aprendemos e amadurecemos com as duras decepções. Sendo assim, de uma certa forma, elas são válidas.
Se esse não é o problema, então do que você vive reclamando?
Distância? Obviamente estar apaixonada por alguém que mora perto é bem mais agradável. Mas, como nem tudo é perfeito...
Se a distância é o problema, há maneiras de se resolver (pelo que se sabe - e ainda bem - só não tem jeito pra morte). Pode-se fazer acordos! Cada um vai pra casa do outro uma vez por mês (ou mais, isso depende da sua carência e necessidade), contato por telefone para não esfriar... use a tecnologia a seu favor.
Claro que se a confiança não for o bastante, isso não vai valer a pena. Mas também, se não houver confiança, nem se a pessoa morar com você vai valer a pena.
O problema é incompatibilidade temporal? Alguém trabalhando demais e precisa se dedicar a isso agora... alguém vai fazer uma viagem ao exterior e ficar por lá algum tempo ou talvez, pode acontecer, de se apaixonar por alguém que já tenha um compromisso.
Se é esse o problema, tente ponderar as coisas... seja um pouco mais racional mesmo quando a emoção estiver gritando. Pense se vai valer a pena esperar um tempinho pra poder ficar com quem você gosta... e pare também pra pensar se gosta mesmo ou é apenas uma queda. Não se arrisque a viver uma paixão impossível... Mas também não desista de viver uma paixão na primeira dificuldade.
Parece uma questão bem complicada, mas a tendência é ficar mais suave quando a gente se dispõem a aceitar e aprender os efeitos de um sentimento itenso e corrosivo.
Problemas e soluções para a cabeça de muita gente. E claro, não seria diferente na percepção feminina. Se bem que há sim certa diferença... há uma certa tencência em se complicar uma relação que aparentemente toma um caminho bem simples.
Homens e mulheres costumam lidar de formas diferentes com o sentimento avassalador que é a paixão. Geralmente, homens tentam ignorar e não se entregar e nós mulheres; fantasiar, criar espectativas a mais (as vezes não condizentes com a realidade) e cair de cabeça na relação.
Com o fim de um relacionamento, o sofrimento chega a ser inevitável. De certo, cria-se um certo medo de encarar uma nova experiência, mas saiba você, pessoa que me lê: as pessoas são diferentes. E as vezes, por um certo sofrimento também, o sexo oposto tende a não repetir os erros do relacionamento passado.
Se privar de viver uma coisa legal com alguém só porque o idiota do seu ex te traiu, não vai te fazer mais feliz. É sim necessário correr riscos. E cá pra nós, aprendemos e amadurecemos com as duras decepções. Sendo assim, de uma certa forma, elas são válidas.
Se esse não é o problema, então do que você vive reclamando?
Distância? Obviamente estar apaixonada por alguém que mora perto é bem mais agradável. Mas, como nem tudo é perfeito...
Se a distância é o problema, há maneiras de se resolver (pelo que se sabe - e ainda bem - só não tem jeito pra morte). Pode-se fazer acordos! Cada um vai pra casa do outro uma vez por mês (ou mais, isso depende da sua carência e necessidade), contato por telefone para não esfriar... use a tecnologia a seu favor.
Claro que se a confiança não for o bastante, isso não vai valer a pena. Mas também, se não houver confiança, nem se a pessoa morar com você vai valer a pena.
O problema é incompatibilidade temporal? Alguém trabalhando demais e precisa se dedicar a isso agora... alguém vai fazer uma viagem ao exterior e ficar por lá algum tempo ou talvez, pode acontecer, de se apaixonar por alguém que já tenha um compromisso.
Se é esse o problema, tente ponderar as coisas... seja um pouco mais racional mesmo quando a emoção estiver gritando. Pense se vai valer a pena esperar um tempinho pra poder ficar com quem você gosta... e pare também pra pensar se gosta mesmo ou é apenas uma queda. Não se arrisque a viver uma paixão impossível... Mas também não desista de viver uma paixão na primeira dificuldade.
Parece uma questão bem complicada, mas a tendência é ficar mais suave quando a gente se dispõem a aceitar e aprender os efeitos de um sentimento itenso e corrosivo.
março 27, 2008
"- Então, te vejo na festa às 22h, né?
- Pode deixar, estarei lá."
Problema prático: com qual roupa?
Hora de começa a pensar o que vestir. Mesmo sabendo que ao achar um ponto final, a idéia irá mudar mais ou menos 50 vezes (e quando for 21:30 ainda não terá sido decidido).
Tude bem, resolução menos complicada primeiro. Tomar banho e arrumar o cabelo. Com isso feito, é quase meio caminho andado. Agora é só abrir o guarda roupa e despejar todo o conteúdo "vestível" na cama.
O vestido que eu tinha planejado não ficou bom! Claro, nem poderia, eu resolvi comer um pedaço de lasanha antes de tomar banho... óbvio que o pouco que engordei com isso vai marcar na roupa justa.
Esquece o vestido. E com isso, toda a maquiagem que eu tinha imaginado. Vamos lá... essa saia com aquela blusa! Mas eu teria que usar aquele sapato pra ficar bom... e com ele eu não quero ir!
Opção descartada. Vou escolher o sapato primeiro. Com qual roupa ele fica bom? Ah, com a minha calça jeans escura. Ótimo! Agora eu vou com aquela blusa colorida e tudo se resolve.
Maquiada e pronta! Só uma olhadinha no espelho e... "ah não, tô parecendo um movimento tropicalista com essa blusa.".
Troca de roupa!
Vestidos, saias, calças e blusas e nada resolvido até agora. É incrível como a gente passa o dia todo pensando em qual roupa usar e no fim das contas é como se nada tivesse sido pensado.
Já está em cima da hora, a carona já ligou 10 vezes dizendo que só está me esperando pra sair. Opção desesperada: ligar pra amiga que mora perto e pedir socorro.
Assalto ao guarda roupa alheio. Experimento tudo e não gosto de nada mas saio mesmo assim com a primeira roupa que a amiga disse ter ficado bom.
Não agradou, mas vou mesmo assim. E no fim das contas a gente sempre acaba pensando "preciso começar a pensar em que roupa usar bem mais cedo da próxima vez.". Mesmo assim, vai ser sempre tudo igual.
- Pode deixar, estarei lá."
Problema prático: com qual roupa?
Hora de começa a pensar o que vestir. Mesmo sabendo que ao achar um ponto final, a idéia irá mudar mais ou menos 50 vezes (e quando for 21:30 ainda não terá sido decidido).
Tude bem, resolução menos complicada primeiro. Tomar banho e arrumar o cabelo. Com isso feito, é quase meio caminho andado. Agora é só abrir o guarda roupa e despejar todo o conteúdo "vestível" na cama.
O vestido que eu tinha planejado não ficou bom! Claro, nem poderia, eu resolvi comer um pedaço de lasanha antes de tomar banho... óbvio que o pouco que engordei com isso vai marcar na roupa justa.
Esquece o vestido. E com isso, toda a maquiagem que eu tinha imaginado. Vamos lá... essa saia com aquela blusa! Mas eu teria que usar aquele sapato pra ficar bom... e com ele eu não quero ir!
Opção descartada. Vou escolher o sapato primeiro. Com qual roupa ele fica bom? Ah, com a minha calça jeans escura. Ótimo! Agora eu vou com aquela blusa colorida e tudo se resolve.
Maquiada e pronta! Só uma olhadinha no espelho e... "ah não, tô parecendo um movimento tropicalista com essa blusa.".
Troca de roupa!
Vestidos, saias, calças e blusas e nada resolvido até agora. É incrível como a gente passa o dia todo pensando em qual roupa usar e no fim das contas é como se nada tivesse sido pensado.
Já está em cima da hora, a carona já ligou 10 vezes dizendo que só está me esperando pra sair. Opção desesperada: ligar pra amiga que mora perto e pedir socorro.
Assalto ao guarda roupa alheio. Experimento tudo e não gosto de nada mas saio mesmo assim com a primeira roupa que a amiga disse ter ficado bom.
Não agradou, mas vou mesmo assim. E no fim das contas a gente sempre acaba pensando "preciso começar a pensar em que roupa usar bem mais cedo da próxima vez.". Mesmo assim, vai ser sempre tudo igual.
Assinar:
Postagens (Atom)